O critério é a operação, não o setor.
Se a sua empresa move coisa física ou repete um processo todo dia, e esse processo vive em planilha, papel e WhatsApp, o método serve.
O cliente que a gente atende bem
Operação de verdade
Indústria, confecção, varejo e atacado multi-loja, distribuição, e-commerce com operação própria, agroindústria, serviços com operação física.
Porte médio
Entre R$ 5 e 80 milhões por ano, de 30 a 300 pessoas: grande o bastante para a dor existir, pequeno o bastante para a decisão ser rápida.
Dono ou diretor acessível
Quem sente a dor pessoalmente e decide em duas conversas, não em comitê, não em seis meses de comparativo.
Com ou sem sistema
Tanto faz ter ERP ou não. Quando há e a integração for desejada, API disponível é o único requisito, e isso a gente confirma já na primeira conversa.
Onde costuma doer primeiro
Processos que viram piloto com mais frequência
Produção e PCP
O que produzir, com que material, em que ordem, e o que já foi feito de verdade.
Estoque e compras
Saldo que ninguém confia, compra na emergência, material que falta no meio da ordem.
Fornecedores externos
Cobrança por telefone, prazo que ninguém enxerga, defeito que aparece tarde demais.
Expedição e entrega
O que está pronto, o que foi carregado, o que chegou, e o que prometeram sem conferir.
Venda e pós-venda
Pedido que trava sem ninguém ver, prazo prometido inviável no dia em que foi dado.
Financeiro operacional
Conciliação manual, cobrança que depende de alguém lembrar, contas sem régua.
Quando a gente diz que não é para você
Dizer não na primeira hora custa menos para os dois lados do que um projeto que não devia ter começado.
- Quem quer um sistema completo sob medida de uma vez. A Blue Eye entra por um processo. Big bang é outro tipo de projeto, e outro tipo de risco.
- Quem quer trocar ou implantar ERP. A tese é construir sobre o que existe, ou sem nada por baixo.
- Quem precisa integrar com um sistema fechado, sem API. Sem API não há integração, e essa exigência não se negocia.
- Quem procura corpo presente contínuo. Entregamos ferramenta funcionando, não alocação de analista.
FAQ
Perguntas de quem está avaliando
Minha empresa é pequena demais para isso?
O corte prático é operação com pelo menos umas 30 pessoas e faturamento a partir de alguns milhões por ano. Abaixo disso, normalmente ainda não há processo repetitivo suficiente para justificar o investimento, e dizemos isso na primeira conversa, sem rodeio.
Só atendem indústria?
Não. O critério é a operação, não o setor: qualquer empresa com coisa física ou processo repetitivo rodando todo dia. Indústria e confecção são onde os casos são mais fundos, mas varejo multi-loja, distribuição, atacado, e-commerce com operação própria e serviços com operação física funcionam com a mesma mecânica.
Precisamos ter um consultor de processos antes?
Não. Se você já tem um, ótimo, trabalhamos junto e o desenho dele vira ferramenta. Se não tem, a Blue Eye desenha o processo junto com o seu time. O desenho do processo do piloto está incluído nos dois casos.
Quem precisa estar envolvido do lado da empresa?
Quem decide (dono ou diretor) na conversa de contexto e na priorização, e um responsável pelo processo que responda em até três dias úteis durante o piloto. Quem opera entra a partir da segunda semana, testando. Não pedimos uma força-tarefa.
Próximo passo
Uma hora de conversa. Um processo escolhido. Zero compromisso.
Com quem decide. Você sai com um processo escolhido e uma forma clara de saber se deu certo, para decidir com fatos em vez de promessa.
Risco invertido: se em 6 semanas o processo não estiver rodando de verdade na sua operação, a segunda parcela do piloto você não paga.