O método roda em operação real, todos os dias.

Não é slide nem protótipo. São ferramentas em uso diário, construídas dentro de operações que não podiam parar para recebê-las.

O caso mais completo

Neobag: uma indústria digitalizada de ponta a ponta

Indústria brasileira de sacolas e bags personalizadas. Rodrigo Carvalho, então diretor da operação, digitalizou o fluxo inteiro, do pedido à entrega, construindo ele mesmo as ferramentas, com IA como instrumento de construção. É de lá que vem o método que a Blue Eye leva para outras empresas.

Portal de fornecedores

Cada parceiro externo enxerga só as próprias ordens, prazos, prioridades e faturas. Marca produção e registra defeito com foto pelo tablet. Fim da cobrança por telefone.

Fluxo ponta a ponta

Pré-produção, fila, apontamento em tablet no chão de operação, produção externa, qualidade, embalagem, separação, entrega com liberação e estoque consolidado.

Briefing diário automático

Toda manhã, uma rotina lê os sistemas e entrega ao gestor o que está travado, onde e com quem, em linguagem de operação.

Padrões que se alimentam sozinhos

O conhecimento do chão de operação vira registro versionado automaticamente, e volta para quem executa nos dois sentidos, sem ninguém redigitar nada.

A decisão de desenho que resume tudo

O sistema dizia "em produção" quando a empresa despachava o material, mas quem sabe se a peça chegou é quem a recebeu. A regra virou: o estado só muda com a confirmação de quem executa. No dia em que ligamos, onze ordens saíram de "em produção" e voltaram para "a chegar", onze informações que o painel vinha contando errado, todo dia.

É o princípio que atravessa todo projeto da Blue Eye: a verdade vem de quem executa, nunca de quem supõe.

Em vídeo

A série "Um processo por vez"

Seis episódios curtos explicando, com casos reais, como um processo que vive no papel vira ferramenta que a operação usa, e por que isso não é projeto de sistema.

Os episódios entram aqui conforme forem publicados.

Ep. 1. Todo processo morre no papel

Em breve, aqui.

Em breve.

Sobre confidencialidade

O que a gente conta, e o que nunca conta

Casos aparecem aqui com o mecanismo e o princípio, nunca com número financeiro, nome de pessoa, dado de cliente ou imagem de sistema que exponha a operação de alguém. Cliente só vira caso público depois de entregue e com autorização escrita. É a mesma regra que vai proteger a sua empresa quando ela estiver do outro lado.

Próximo passo

Uma hora de conversa. Um processo escolhido. Zero compromisso.

Com quem decide. Você sai com um processo escolhido e uma forma clara de saber se deu certo, para decidir com fatos em vez de promessa.

Risco invertido: se em 6 semanas o processo não estiver rodando de verdade na sua operação, a segunda parcela do piloto você não paga.

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